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S
SOAPA-Leme
 
Plantas Ameaçadas de Extinção
 
Protegidas na APA
 
 

Dorstenia arifolia Lamarck - Caapiá , Caiapiá

(VU) - Vulnerável

Floresta atlântica (no estrato herbáceo)

Família: Moraceae

Na APA: No chão da mata (estrato herbáceo da floresta).

 
 

 

 

Ficus cyclophylla (Miq.) Miquel - Gameleira-grande (Figueira)

(EN) - Em perigo

Floresta atlãntica e mata de restinga

Família: Moraceae

Na APA: Muitos exemplares, sendo que algumas árvores bem grandes.

 
 
 


Ficus hirsuta Schott - Molembá (Figueira)

(EN) - Em perigo

Floresta atlãntica e mata de restinga

Família: Moraceae

Na APA: Conhecemos duas arvoretas, à beira da estrada do Forte, em grande perigo de ser cortada em uma manutenção desavisada do entorno desta estrada.

   

 

 
 

Aspidosperma gomezianum A.DC. - Pequiá-das-pedras


(EN) - Em perigo

Floresta atlântica de encosta

Família: Apocynaceae

Na APA: Encontramos vários indivíduos desta rara espécie nas escarpas ao redor da estrada do Forte.
 
 
 
 


 
 

Tessarandra fluminensis Kiers - Tessarandra

Família: Oleaceae

Planta de gênero monoespecífico (com uma só espécie) e ocorrência restrita (Maria Célia Viana, informação pessoal, por determinação da Dra. Graziela).

Na APA: À beira da estrada do Forte, apresenta-se como de arbusto a arvoreta. É muito ornamental. Dá pares de folhas que se sucedem cruzados.

   
 
   
 

Pleurostima purpurea (Hook.) Rafinesque - Velózia-roxa

(= Barbacenia purpurea Hook)

(EN) - Em perigo

Costões rochosos

Família: Velloziaceae

Na APA: Nas escarpas rochosas ensolaradas. Na seca, apresenta-se toda amarelada; porém, basta uma boa chuva, para que dois-três dias após, já esteja toda verde, e até comece a apresentar suas flores arroxeadas.

 
 
 

 

 

Caesalpinia echinata Lam. - Pau-Brasil

(EN) - Em perigo

Floresta atlãntica submontana de baixada, e afloramentos litorâneos.

Família: Leguminosae-caesalpinioideae

Árvore que deu nome ao nosso país.

Na APA: Havíamos encontrado, em 1991, uma árvore queimada por incêndio antigo, na mata junto à escarpa rochosa sobre o mar, acima do Caminho dos Pescadores. na face SO. Ela havia rebrotado, ao nível do solo, e já estava com uns 3 metros de altura e uns 12 cm de largura (DAP). Algum tempo depois, houve mais um incêndio provocado na área, que a queimou totalmente. Ela não resistiu à nova agressão.

Agora, em junho de 2003, para nossa alegria, voltamos a encontrar outro pau-brasil nativo. É uma grande árvore trifurcada, na floresta da face O, voltado para a praia do Leme, em cota bem alta. Serve de suporte a colônia de bromélias epífitas (Aechmea ?). Está na Zona de Preservação da Vida Silvestre (ZPVS) da APA e deve ser protegido pelo dono da área, o Exército Brasileiro.

 
 
 
 
   
 
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